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Venda de Peixe Fresco

Abrótea

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto e redes de emalhar Terceiro raio da primeira dorsal alongado.

 

Barbatanas pélvicas longas e filamentosas, estendendo-se para além da origem da anal. Cor acastanhada ou acinzentada. Espécie que se encontra entre 100 e 300 m de profundidade. Comercializamos fresca, inteira, filetes, as postas.

Amêijoa boa

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Ganchorra

 

Estrias radiais e caneluras concêntricas bem nítidas, dando à concha um aspecto reticulado. Cor amarelada, com manchas castanhas. Fundos arenosos ou areno-vasosos da zona infralitoral de estuários e lagunas litorais. Comercializamos Viva.

Atum

Zona de Pesca: Atlântico Centro-Este

Tipo de Pesca: Salta e vara e palangre

 

São peixes que vivem nas regiões tropicais e subtropicais de todos os oceanos. Têm o corpo alongado e fusiforme, boca grande, duas barbatanas dorsais bem separadas e ajustáveis a um sulco no dorso, seguidas por grupos de lepidotríquias (também na região ventral, a barbatana caudal é bifurcada e, no seu pedúnculo ostenta duas quilhas de queratina. Os atuns e espécies vizinhas têm um sistema vascular especializado em trocas de calor, podendo elevar a temperatura do corpo acima da da água onde nadam - são endotérmicos. Por esta razão, são grandes nadadores, podendo realizar migrações ao longo dum oceano. Um atum pode nadar até 170km num único dia. Normalmente formam cardumes só de peixes da mesma idade. São predadores activos. Do ponto de vista da reprodução, são dióicos e não mostram dimorfismo sexual. As fêmeas produzem grandes quantidades de ovos planctónicos que se desenvolvem em larvas pelágicas.

Azevias

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Linguado é o nome vulgar de várias espécies de peixes pleuronectiformes, a maioria das quais pertencentes aos géneros Paralichthys e Solea. As características dos linguados são: o corpo oval e achatado; medem de 30 a 50 cm de comprimento, pesam de 2 a 3 Kg. A sua cor é castanho-escura na parte superior e branca na inferior. Procura locais mais fundos quando a temperatura desce. Para se protegerem dos predadores, têm o corpo com manchas que imitam o fundo dos locais onde vivem (mimetismo). Apesar de a maioria das formas ser típica de água salgada, existe ainda o linguado-de-água-doce (Achirus lineatus) Linguados nascem como peixes normais, com um olho em cada lado da cabeça. Conforme crescem, aderem a condição dextrógira ou levógira, similar às pessoas canhotas e destras. Levógiros são aqueles com migração do olho para o lado esquerdo da cabeça durante o desenvolvimento e dextrógiros com migração do olho para o lado direito da cabeça. Comercializamos fresco.

Bacalhau

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca: Arrasto e redes de emalhar

 

Corpo alongado. Presença de três barbatanas dorsais e de um barbilho na mandíbula. É comercializado em fresco, salgado seco e congelado.

Badejo

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Peixes de escamas; coloração escura (marrom ou cinza, dependendo da espécie), com manchas cujo padrão e coloração também varia com a espécie. A espécie mais comum é o badejo-mira Mycteroperca rubra que apresenta manchas claras e irregulares no corpo. O badejo-quadrado Mycteroperca bonaci é bem característico por apresentar grandes manchas retangulares escuras no dorso e nos flancos; alcança mais de 1m de comprimento total e 90kg. O badejo-mira é menor, podendo alcançar 50cm de comprimento total. Os badejos são peixes típicos dos costões rochosos e recifes de corais, mas também podem ser encontrados em estuários, em locais onde existem tocas. Nunca são encontrados em águas com baixa salinidade. Vivem sozinhos ou em pequenos grupos de 5 a 10 indivíduos. São peixes carnívoros, que se alimentam de peixes, moluscos, crustáceos e equinodermos. São muito apreciados pelos pescadores esportivos e pelos comerciais. Comercializamos fresco, inteiro, filetes, as postas.

Berbigão

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Ganchorra

 

Concha com vinte e seis caneluras radiais, arredondadas e mais largas do que os espaços existentes entre elas, escamosas na região inferior. Cor amarelada ou esbranquiçada. Zonas das marés das lagunas litorais e estuários, em fundos areno-vasosos. Comercializamos Vivo.

Besugo

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto e redes de emalhar

 

Corpo alongado; cabeça forte e boca pequena. Presença de uma mancha negra na base das barbatanas peitorais. Coloração dorsal rosa avermelhada; ventre prateado. Espécie pelágica e demersal, que se encontra desde a costa até 500 m de profundidade. Comercializamos fresco.

Cação

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e arrasto

 

A origem da primeira dorsal encontra-se ao nível da extremidade da peitoral. Coloração uniforme cinzenta ou castanha na zona dorsal e branca na zona ventral. Espécie que se encontra nas águas da plataforma continental. Comercializamos fresco, inteiro, filetes, as postas.

Cachucho

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Habita fundos rochosos ou arenosos; indivíduos descendentes a maiores profundidades com crescimento. As existências migram de acordo com a época entre a costa e águas mais profundas em conformidade com condições hidrográficas locais e o seu ciclo de vida. Alimentações principalmente em peixes e crustáceos. Comercializamos fresco.

Camarão

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto

 

Carapaça apresentando espinhos pós-orbitais. Dimorfismo sexual a nível do rostro, sendo o das fêmeas longo e o dos machos curto. Espécie demersal, que ocorre em fundos vasosos entre 80 e 1100 m de profundidade, sendo mais frequente entre 200 e 250 m. Comercializamos Fresco ou Vivo

Carapau

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Carapau é a designação vulgar de várias espécies de peixes das famílias Scombridae e Carangidae, caracterizados por um corpo fusiforme, ou seja, alongado e com as extremidades mais estreitas que o centro (é a forma que melhor reduz a resistência da água aos movimentos), uma linha lateral terminada por escamas em forma de escudo, e uma camada de músculo vermelho na parte lateral do corpo. São peixes pelágicos que formam por vezes grandes populações e têm grande valor nutritivo e comercial. Comercializamos fresco.

Cavala

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Cerco e arrasto

 

Corpo alongado e ligeiramente comprimido. Primeira dorsal com sete a dez espinhos. Com bexiga gasosa. Dorso de azul escuro a verde escuro, com pequenas pontuações escuras; ventre prateado. Espécie pelágica e bentopelágica, que pode atingir 250 m de profundidade. Comercializamos fresco.

Chaputa

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Cerco e arrasto

 

Uma espécie oceânica e epipelagic, encontrada igualmente a profundidade de 1.000 m Vem ocasionalmente perto de. Ocorrência em pequenas escolas, movimentos migratória sazonal relativos à temperatura aparentemente. Alimentador oportunista em pequenos peixes, cefalópodes, amphipods, e euphausiids. Comercializamos fresca.

Cherne

Zona de Pesca: Atlântico Centro-Este

Tipo de Pesca: Redes de emalhar e palangre

 

Espinho opercular forte. Cor variável: castanho acinzentada ou cinzento azulada, com machas irregulares no dorso e mais clara ventralmente. A sua distribuição batimétrica estende-se desde 40 a 450 m de profundidade. Comercializamos fresco, inteiro, filetes, as postas.

Chicharro

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Carapau é a designação vulgar de várias espécies de peixes das famílias Scombridae e Carangidae, caracterizados por um corpo fusiforme, ou seja, alongado e com as extremidades mais estreitas que o centro (é a forma que melhor reduz a resistência da água aos movimentos), uma linha lateral terminada por escamas em forma de escudo, e uma camada de músculo vermelho na parte lateral do corpo. São peixes pelágicos que formam por vezes grandes populações e têm grande valor nutritivo e comercial. Comercializamos fresco.

Choco

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar e arrasto

 

Os chocos ou sibas são moluscos marinhos da classe Cephalopoda, ordem Sepiida. Os moluscos têm um corpo mole e não-segmentado, muitas vezes dividido em cabeça com órgãos dos sentidos, um pé muscular e um manto que protege uma parte do corpo. Os chocos têm uma concha interna, bolsa de tinta, oito braços e dois tentáculos. Possuem uma capacidade de mimetismo considerada superior à de um camaleão. Mimetismo é a capacidade que têm certos animais de variar a coloração e a forma, de acordo com o meio em que se encontram. O mimetismo serve de proteção aos animais, pois ajuda-os a despistar os caçadores e as feras. Os moluscos também possuem uma grande importância nas cadeias alimentares, sendo detritívoros, consumidores de microrganismos, predadores de grandes presas (peixes, vermes...) e herbívoros (alimentando-se assim de algas e outras plantas). Comercializamos fresco.

Conquilha

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Ganchorra

 

Conquilha é uma especie de ameijoa, é um bibalve. Vive junto á rebentação do mar enterrado na areia, a uns poucos centimetros. A Conquilha também é designada por condelipa pelos habitantes de Lagos e arredores. Existe nas praias do Algarve e é relativamente fácil de capturar, sem ser necessário qualquer instrumento auxiliar. A apanha da conquilha já remonta há muitos anos. Actualmente, os veraneantes adoptaram isto como um passatempo, um desporto, mais uma distração na praia. Para além disso, a conquilha é considerada como uma boa entrada para o almoço ou jantar. Comercializamos Vivo.

Corvina

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Corvina é a designação comum aos peixes teleósteos perciformes, da família dos cienídeos, especialmente os dos gêneros Micropogon e Micropogonias. Também são chamados de corovina. Contudo, o termo pode remeter ainda, mais especificamente, à espécie Micropogonias furnieri, encontrada em diferentes ambientes, das Antilhas até a Argentina, sendo abundante no litoral gaúcho. Esses peixes possuem cerca de 70 cm de comprimento, corpo alongado e comprimido, de tonalidade prateada a marrom, dorso mais escuro e ventre esbranquiçado, estrias escuras e oblíquas no dorso e flancos que se prolongam até a linha lateral sinuosa, pequenos barbilhões abaixo da mandíbula. É uma espécie de grande valor comercial, sustentando a indústria pesqueira de porte em todo o Atlântico ocidental. Também são conhecidos pelos nomes de cascudo, corvina-crioula, corvina-de-linha, corvina-de-rede, corvina-marisqueira, corvineta, cupá, cururuca, guatucupá, marisqueira, murucaia, tacupapirema, ticopá e ticupá. Comercializamos fresca, inteira, filetes, as postas.

Dourada

Zona de Pesca: Atlantico Centro Este

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

Mancha dourada entre os olhos. Cor acinzentada dorsalmente, prateada no ventre. Banda longitudinal negra sobre a dorsal. Infralitoral (em regra em fundos rochosos). Comercializamos fresca, inteira, filetes, as postas.

Enguia

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Galricho

 

Corpo alongado, cilíndrico. Mandíbula mais proeminente do que a maxila. Fêmeas maiores (até 1,5 m) do que os machos (até 50 cm). Espécie catádroma, i.e., vive nos rios e efectua a postura no oceano (Mar dos Sargaços). Comercializamos fresca.

Espadarte

Zona de Pesca: Atlantico Centro Este

Tipo de Pesca: Palangre de superfície

 

Espadarte (Xiphias gladius) , também designado por vezes como "peixe-espada" (que na verdade é o nome popular de outra espécie), é um peixe comprido, podendo atingir um tamanho máximo de 4,3 metros e um peso de 540 kg. O que mais caracteriza o Espadarte é o prolongamento do maxilar superior, como se fosse uma longa espada. Esta "espada" serve para capturar presas e também para se proteger de seus poucos predadores naturais. O Espadarte é o único membro da família Xiphiidae. Comercializamos fresco, inteiro, filetes, as postas.

Faneca

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

A faneca nada geralmente em cardumes nas águas frias das profundidades da nossa plataforma continental. No entanto, pode muitas vezes ser pescada nos estuários da maior parte dos nossos rios. Alimentando-se sobretudo de pequenos invertebrados. Morfologia: No aspecto morfológico da faneca, tem particular realce os olhos muito grandes e salientes especialmente adaptados para uma visão em águas onde a visibilidade é escassa. A sua boca, além de grande, está repleta de pequenos dentes e o seu corpo está revestido por uma fina camada de escamas que deixam transparecer a quase totalidade seus músculos. A cor é o tom bege-escuro com tonalidades mais escuras no dorso, cabeça e barbatanas, com excepção das regiões dos flancos e do ventre que são mais claras ou prateadas. Características especiais: A principal característica da faneca é o brilho, que ostenta no maxilar inferior, que o peixe utiliza como órgão sensitivo. Pesca: A faneca é um peixe de fácil captura devido à sua natureza voraz. É pescada normalmente ao fundo, à linha ou à rabada, iscando com toda a gama de vermes. Comercializamos fresca.

Garoupa

Zona de Pesca: Atlântico Centro Este

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

Garoupa, cherne, mero, marelaço (em Cabo Verde), galinha-do-mar ou piracuca (no Brasil), são nomes vulgares de várias espécies de peixes da sub-família Epinephelinae, família Serranidae, ordem Perciformes. No Brasil, chama-se serra-garoupa ou corta-garoupa a uma espécie de tubarão e moré-garoupa ou peixe-capim a uma espécie de góbio. Em Cabo Verde chama-se garoupa-de-madeira ou garoupa da Madeira a uma espécie de peixe-escorpião, conhecida em Portugal como cantarilho-legítimo. Em Angola, chama-se garoupa à espécie Centrarchops chapini da família Dinopercidae. As garoupas são peixes muito apreciados na culinária, devido à sua carne branca, firme, com espinhas fáceis de retirar e... um sabor especial. Têm grande importância para a pesca e algumas espécies são inclusivamente criadas em instalações apropriadas, em zonas costeiras. São habitantes dos oceanos tropicais e sub-tropicais e vivem geralmente em fundos coralinos ou rochosos, onde têm o hábito de esconderem. São predadores activos - a maior parte tem uma boca grande e dentes aguçados, por vezes, mesmo no céu-da-boca. Algumas espécies atingem tamanhos enormes - até 2,40 m e mais de 300 kg de peso. Muitas têm cores brilhantes e padrões de coloração muito especiais. As garoupas são hermafroditas sequenciais do tipo protândrico (nos primeiros estados de maturação sexual são machos e, mais tarde, convertem-se em fêmeas), que produzem grandes quantidades de ovos plânctonicos; as larvas são igualmente pelágicas. Durante a metamorfose para juvenis têm de encontrar um território adequado, uma vez que os adultos são demersais. Comercializamos fresca, inteira, filetes, as postas

Goraz

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar e palangre

 

Mancha negra no início da linha lateral. Cor rosado-avermelhado dorsalmente e ventre prateado-esbranquiçado. Os juvenis encontram-se no infralitoral em fundos rochosos; os adultos encontram-se até 700 m de profundidade, em fundos de vasa. Comercializamos fresco, inteiro, filetes, as postas.

Imperador

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar e palangre

 

Comprimento da cabeça menor que a altura do corpo e corresponde a 1/3 do comprimento total. Cor escarlate. Habita em fundos circalitorais e batiais (200-500 m). Comercializamos fresco, inteiro, filetes, as postas.

Lagosta

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Captura

 

É o nome genérico dado aos crustáceos decápodes marinhos da subordem Palinura, caracterizados por terem as antenas do 2º par muito longas e os urópodes em forma de leque. Podem atingir tamanhos grandes (mais de um kg) e têm uma grande importância económica, uma vez que são considerados alimentos de luxo.As lagostas vivem nos recifes, e para pesca-las os pescadores entram no mar a noite e na maré baixa com uma luz forte tipo farol de carro ligado a uma bateria de carro, capaz de deixa-las imóveis para capturá-las . Quando a pesca é feita com maior frequência, é mais difícil encontra-las, pois elas ficam dentro de buracos nestas formações rochosas ou até por debaixo delas .

Lagostim

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Covos

 

Carapaça e pinças com carenas denteadas. Segmentos abdominais com fossetas guarnecidas de pêlos. Coloração rósea com bandas vermelhas alaranjadas. Vive nos fundos vasosos, de 200-800 m, onde escava galerias. Comercializamos Vivo.

Lampreia

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

As lampreias são ciclóstomos de água doce ou anádromas com forma de enguias, mas sem maxilas. A boca está transformada numa ventosa circular com o próprio diâmetro do corpo, reforçada por um anel de cartilagem e armada com uma língua-raspadora igualmente cartilaginosa. Várias espécies de lampreia são consumidas como alimento. As lampreias são ainda agrupadas na classe Petromyzontida ou Cephalaspidomorphi, na ordem Petromyzontiformes, família Petromyzontidae. Algumas espécies de lampreias têm um número de cromossomas que é recorde entre os vertebrados, chegando a 174. A larva ammocoetes tem um tamanho máximo de 10 cm, enquanto que os adultos podem ultrapassar 120 cm. Comercializamos Viva.

Lavagante

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Covos

 

O lavagante é um dos grandes crustáceos da costa Portuguesa. Cresce cerca de 3 a 4 cm por ano, atingindo a maturidade entre os 6 e os 8 anos. Encontra-se nas zonas rochosas para se poder esconder A desova no Verão, e a fêmea carrega as ovas no corpo até ao início do Verão do ano seguinte. Comercializamos Vivo.

Linguado

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Rede de emalhar/tresmalho

 

Linguado é o nome vulgar de várias espécies de peixes pleuronectiformes, a maioria das quais pertencentes aos géneros Paralichthys e Solea. As características dos linguados são: o corpo oval e achatado; medem de 30 a 50 cm de comprimento, pesam de 2 a 3 Kg. A sua cor é castanho-escura na parte superior e branca na inferior. Procura locais mais fundos quando a temperatura desce. Para se protegerem dos predadores, têm o corpo com manchas que imitam o fundo dos locais onde vivem (mimetismo). Apesar de a maioria das formas ser típica de água salgada, existe ainda o linguado-de-água-doce (Achirus lineatus) Linguados nascem como peixes normais, com um olho em cada lado da cabeça. Conforme crescem, aderem a condição dextrógira ou levógira, similar às pessoas canhotas e destras. Levógiros são aqueles com migração do olho para o lado esquerdo da cabeça durante o desenvolvimento e dextrógiros com migração do olho para o lado direito da cabeça.

Longueirão

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Ganchorra

 

Molusco bivalve marinho de concha longa e achatada, óptimo isco para pesca de mar. Também conhecido como Canivete. Comercializamos Vivo.

Lulas

Zona de Pesca: Atlântico Centro Este

Tipo de Pesca: Redes de emalhar e arrasto

 

Corpo alongado e cilíndrico. Concha interna (gládio). Decápode (8 braços + 2 tentáculos). Barbatanas (aletas) ocupam dois terços do comprimento do manto. Cor rosada, avermelhada. Espécie pelágica nerítica (costeira). Comercializamos fresca.

Marmota

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Pescada pequena. Ver Pescada.

Maruca

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca: Arrasto

 

Corpo alongado. Maxila superior proeminente. Dorso acobreado, de cor uniforme; ventre esbranquiçado. Barbatana caudal negra; dorsal e anal com banda negra na parte posterior. Encontra-se em fundos vasosos circalitorais e batiais (200-1000 m). Comercializado em fresco e congelado.

Mero

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

Garoupa, cherne, mero, marelaço (em Cabo Verde), galinha-do-mar ou piracuca (no Brasil), são nomes vulgares de várias espécies de peixes da sub-família Epinephelinae, família Serranidae, ordem Perciformes. No Brasil, chama-se serra-garoupa ou corta-garoupa a uma espécie de tubarão e moré-garoupa ou peixe-capim a uma espécie de góbio. Em Cabo Verde chama-se garoupa-de-madeira ou garoupa da Madeira a uma espécie de peixe-escorpião, conhecida em Portugal como cantarilho-legítimo. Em Angola, chama-se garoupa à espécie Centrarchops chapini da família Dinopercidae. As garoupas são peixes muito apreciados na culinária, devido à sua carne branca, firme, com espinhas fáceis de retirar e... um sabor especial. Têm grande importância para a pesca e algumas espécies são inclusivamente criadas em instalações apropriadas, em zonas costeiras. São habitantes dos oceanos tropicais e sub-tropicais e vivem geralmente em fundos coralinos ou rochosos, onde têm o hábito de esconderem. São predadores activos - a maior parte tem uma boca grande e dentes aguçados, por vezes, mesmo no céu-da-boca. Algumas espécies atingem tamanhos enormes - até 2,40 m e mais de 300 kg de peso. Muitas têm cores brilhantes e padrões de coloração muito especiais. As garoupas são hermafroditas sequenciais do tipo protândrico (nos primeiros estados de maturação sexual são machos e, mais tarde, convertem-se em fêmeas), que produzem grandes quantidades de ovos plânctonicos; as larvas são igualmente pelágicas. Durante a metamorfose para juvenis têm de encontrar um território adequado, uma vez que os adultos são demersais. A garoupa é representada no verso da cédula de 100 reais.

Mexilhão

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Estração

 

O mexilhão (Mytilus edulis) é um molusco bivalve da ordem Mytiloida, consumido como fonte de alimento. Os mexilhões são animais sésseis que vivem nas zonas intertidais, fixos pelo bisso às rochas costeiras. A sua concha é negra azulada, sem ornamentação a não ser as linhas de crescimento. A sua charneira é disodonte. Entre os predadores naturais do mexilhão encontra-se a estrela do mar.

Navalheira

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Covos

 

A navalheira é um crustáceo que vive em fundos rochosos, normalmente até 8m de profundidade, podendo ser encontrada até 70 m. O seu período de actividade é nocturno, passando o dia escondida entre as rochas. A sua dissimulação é quase perfeita quando se enterra na areia. Tem um comportamento muito agressivo. Comprimento: a carapaça pode atingir 10 cm de largura. A sua carapaça coberta com numerosas sedas curtas que lhe confere um aspecto peludo. Possui pinças fortes. As patas traseiras tem uma forma plana que lhes facilita a natação. Cor: castanho escuro, com manchas azuladas nas pinças e olhos vermelhos. Alimentam-se de animais, algas e substâncias orgânicas em estado de decomposição. Por vezes praticam actos de canibalismo. Comercializamos Vivo

Ostras

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca:

 

O nome ostra é usado para um número de grupos diferentes de moluscos que crescem em sua maioria em águas marinhas ou relativamente salgadas. As ostras verdadeiras pertencem à ordem Ostreoida, família Ostreidae. As ostras têm um corpo mole, protegido dentro de uma concha altamente calcificada, fechada por fortes músculos adutores. As guelras filtram o plâncton da água. A ostra é muito apreciada como comida, tanto crua quanto cozinhada, e tem reputação de ser um afrodisíaco dada a alta concentração de zinco nela. Apesar de todas as ostras (e, com certeza, muitas outros bivalves) poderem criar pérolas, aquelas de ostras comestíveis não têm valor comercial. As ostras perlíferas vêm de uma família diferente, as Pteriidae (ostras aladas). Tanto as pérolas cultivadas e pérolas naturais são obtidas dessas ostras, apesar de alguns outros moluscos, por exemplo mexilhão, também produzirem pérolas de valor comercial. Um número de outros moluscos que não caem dentro desses grupos tem nomes comuns que incluem a palavra. Comercializamos Vivas.

Pampo

Zona de Pesca: Atlantico Centro este

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Peixes de escamas; corpo alto, arredondado em algumas espécies, e comprimido. Os primeiros raios das nadadeiras dorsal e anal são alongados atingindo ou ultrapassando o pedúnculo caudal, dependendo da espécie. A coloração do dorso é azulada ou esverdeada e a do ventre prateada; algumas espécies apresentam manchas. Na costa brasileira ocorrem cinco espécies: pampo-verdadeiro T. carolinus; pampo-galhudo T. goodei; sernambiquara T. falcatus; pampo-amarelo T. cayennensis; e pampo-malhado T. marginatus, encontrado somente nas águas frias do sul do país. O desenho é um sernambiquara, a maior espécie, que pode alcançar mais de 1,20m de comprimento total e 40kg; o pampo-galhudo, a menor espécie, alcança 50cm e 5kg. Os indivíduos jovens costumam formar cardumes, já os adultos são solitários, freqüentando as águas agitadas das praias mais profundas e costões rochosos. Com a chegada da primavera e o aumento da temperatura, os pampos passam a freqüentar as praias costeiras, ficando preferencialmente na região onde as ondas estouram. São peixes carnívoros que se alimentam de crustáceos, moluscos e pequenos peixes.

Pargo

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar e arrasto

 

Parte anterior da cabeça escura. Primeiros dois espinhos da barbatana dorsal pouco menores que os restantes. Dorso rosa prateado; ventre branco. Encontra-se no infra e circalitoral (plataforma continental). Comercializado em fresco.

Pargo Mulato

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto

 

Habita águas costeiras assim como offshore. Encontrou em torno de recifes de coral, áreas, estuários, áreas rochosas. Frequentemente formando grandes agregações. Alimenta principalmente à noite de pequenos peixes, de camarões, caranguejos. Comercializamos fresco, inteiro, filetes, as postas

Peixe Espada Branco

Zona de Pesca: Atlantico Centro Este

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Corpo comprido, achatado lateralmente e desprovido de escamas. Barbatana dorsal contínua, sem separação entre a parte espinhosa e mole. Não apresenta espinho forte a seguir ao ânus. Cor prateada. Espécie bentopelágica (entre 100 e 250 m). Comercializado em fresco inteiro ou em postas, menos frequente em congelado.

Peixe Espada Preto

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca: Palangre

 

Corpo alongado e achatado lateralmente. Barbatana dorsal com recorte a separar a parte espinhosa da mole. Espinho forte a seguir ao ânus. Cor negra ou castanha muito escura, com reflexos metálicos. Espécie bentopelágica (batial, entre 180 e 1600 m). Comercializada em fresco inteiro, em postas ou filetes.

Peixe Galo

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

O peixe-galo deve o seu nome a um conjunto de barbatanas que fazem lembrar a crista do galináceo, mas os franceses designam-no por

Perca

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca:

 

Perca é a denominação de qualquer espécie do gênero-tipo dos percídeos, como, por exemplo, a Perca fluviatilis, que é considerada a verdadeira perca. A perca é um conjunto de diferentes espécies de peixes nativos de água doce do mundo inteiro. A perca do Nilo, Lates niloticus, é um dos maiores peixes de água doce, mas, por viver no Lago Nasser, não é certo que tenha habitado o Nilo antigo. É possível reconhecer alguns peixes que os antigos egípcios pescavam, como a tilápia e o peixe-tigre. Outras espécies são mais difíceis de reconhecer.

Pescada

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto e redes de emalhar

 

Corpo alongado e pouco comprimido lateralmente. Mandíbula proeminente. Dorso acinzentado; ventre branco. Espécie bentónica ou bentopelágica. Encontra-se em fundos circalitorais e batiais (150 a 500 m). Comercializado em fresco e em congelado sob a forma de filetes ou postas.

Petinga

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca:

 

Sardinha pequena. Ver Sardinha.

Polvo

Zona de Pesca: Atlântico Nordeste

Tipo de Pesca: Alcatruzes e covos

 

Os polvos são moluscos marinhos da classe Cephalopoda e da ordem Octopoda, que significa

Pregado

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

É nas grandes praias do nosso litoral que os pescadores desportivos conseguem fazer capturas de pregado, um primo do linguado com carne de muita qualidade. O pregado é um peixe de fundo (bentónico). Vive e reproduz-se nos grandes bancos de areia e vasas das costas. Localizam-se nos fundos litorais das plataformas continentais. Longe de serem sedentários, são grandes viajantes de curtas etapas e percorrem toda a plataforma utilizando de preferência os fundos regulares de inclinação suave, em busca do alimento. Sobem por vezes os rios e circulam por correntes de águas interiores. A grande profundidade não lhes agrada. Necessitam de muita luz e aproximam-se, sempre que podem, da superfície. Vão até ao limite de segurança, ou seja, até ao quebrar das ondas nas praias, onde normalmente são pescados pelos pescadores desportivos. Características: Peixe ósseo, assimétrico, rombóide, de forma achatada. boca grande e obliqua, com a maxila inferior proeminente. Focinho mais largo do que comprido onde ficam situados os olhos globulosos na face direita. A pele deste lado apresenta asperezas que aparentam cabeças de pregos. Barbatanas dorsal e anal longas, de raios brandos. Os raios mais altos encontram-se situados a meio das barbatanas, dando ao peixe a aparência de um losango, se excluirmos a cauda. As peitorais são pequenas e a caudal pouco desenvolvida. escamas pequeníssimas, muito aderentes, revestem todo o corpo. Curiosidades: Após a eclosão os alevins são normais, com os olhos situados em ambos os lados do corpo. Meses depois, na altura da metamorfose, um dos olhos começa a deslocar-se para o outro lado da cabeça até ficarem ambos do mesmo lado. Quando se inicia o desvio orbital começam a descer lentamente para o fundo, deitando-se sobre o flanco cego, situação essa que se irá manter para o resto da vida. Na forma adulta deslocam-se lentamente, dando a ilusão de uma sucessão de saltos ondulantes. Evitam passar por cima das rochas preferindo, para repousarem, os locais lisos, lodosos ou arenosos. Se são perseguidos, movem as nadadeiras em ritmo vibratório rápido. Com a turbulência criada levantam a areia que depois cai sobre eles, camuflando-os. Sacodem um pouco a cabeça para libertar a boca e os olhos. Assim invisíveis no seu meio natural, além de escaparem aos inimigos, ficam na posição ideal para se lançarem sobre as presas de que se alimentam (lamelibrânqueos de concha fina, vermes anelídeos, poliquetas, crustáceos e pequenos peixes). É hábil na alteração rápida da cor da parte superior (mimetismo) que harmoniza com o ambiente que o rodeia. A cor varia desde o cinza-escuro ao amarelo-laranja com fortes manchas dos mesmos tons. Pesca: A profissional é feita com redes de arrasto que se moldam ao feitio do fundo e que dragam positivamente tudo o que encontram. A pesca desportiva exerce-se nas grandes praias do nosso litoral. As chumbadas, fortes, devem ser lançadas para lá da rebentação. É mais activo nas marés baixas nocturnas. Iscos: Como é peixe de bom apetite atira-se a minhocas, caranguejos, casulos, moluscos, crustáceos, pedaços de cavala ou de sardinha Nota: A sua carne é de qualidade muito delicada e de fino sabor.

Raia

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto e palangre

 

As raias são peixes cartilaginosos, assim como os tubarões. Apresentam um corpo deprimido dorso-ventralmente, nadadeiras peitorais muito largas e delgadas, dando aspecto discóide a estes peixes. As brânquias, dispostas em cinco pares de fendas branquiais, localizam-se na face ventral do corpo. A cauda é normalmente longa e afilada, com a aparência de um chicote. Na superfície dorsal encontram-se os espiráculos (aberturas que levam água às cavidades branquiais), um par de olhos bem desenvolvidos mas incapazes de ver as cores, uma vez que não possuem cones (células responsáveis pela percepção de cor) São animais, na sua grande maioria, sedentários, vivendo enterrados ou sobre fundos de areia ou lodo. A função do espiráculo, neste caso é importante, já que a água levada às brânquias para respiração não entra pela boca como nos outros peixes. Isto porque a boca das raias é ventral e está em contacto directo com o sedimento. Muitas espécies possuem ferrões venenosos na cauda, utilizados contra predadores e agressores. Estes quando introduzidos na vítima causam graves ferimentos e dores intensas. As raias alimentam-se de animais presentes no sedimento como crustáceos e moluscos. Os dentes formam várias fileiras, formando placas funcionais para trituração. A bexiga natatória, órgão equilibrador presente nos peixes ósseos, não existe em raias e tubarões. As escamas são placóides, pequenas e numerosas, de origem endodérmica. Apesar da grande maioria das raias ser bentônica, ou seja, viver no fundo, existem algumas poucas espécies mais adaptadas à vida pelágica, como é o caso da famosa raia jamanta (Manta birostris).

Robalo

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

Tal como a enguia, são peixes teleósteos. No entanto pertencem a uma outra ordem, a dos Perciformes (peixes com forma de perca). que inclui também o achigã e os meros. Estas espécies costeiras distribuem-se no Atlântico desde a costa marroquina até aos Mares do Norte e Báltico e no Mediterrâneo junto à costa. No Verão entram em lagunas litorais, estuários e embocaduras de rios onde podem subir vários quilómetros. As espécies de robalo que surgem na costa da América do Norte são semelhantes às europeias. distinguindo-se por características morfológicas, como a forma do corpo, o número de escamas, a localização dos dentes, entre outras. 0 Robalo apresenta um corpo fusiforme e alongado de cor cinzenta com reflexos azulados, embora ocorram variações regionais na pigmentação, muitas vezes relacionadas com as condições ambientais. As barbatanas pares (jugolares e pélvicas) são claras enquanto que as impares (duas dorsais, uma caudal e uma anal) são escuras. Todas elas apresentam um número preciso de raios, alguns deles ramificados e outros espinhosos, o que permite a distinção sistemática das várias espécies de robalo, juntamente com outras características. As escamas são pequenas mas bem visíveis em todo o corpo, excepto no topo da cabeça. 0 tubo digestivo é relativamente curto, como é comum nas espécies predadoras. e inicia-se numa boca grande e protráctil. 0 estômago alongado desemboca num intestino curto e com poucas convoluções. tal como todas os Perciformes. o robalo é um fisoclisto, pois a bexiga natatória não está ligada ao tubo digestivo. Os órgãos principais (coração, fígado, estômago e baço) situam-se anteriormente, para permitir espaço para a maturação das gónadas (testículos nos machos e ovários nas fêmeas) e para acumulação de gordura. No início de Janeiro e prolongando-se até Março, ocorre a reprodução do robalo em zonas de temperaturas frias. entre os 10 e os 12 graus centígrados. embora esta espécie suporte um amplo espectro de temperaturas (espécie euritérmica). As fêmeas atingem a maturação sexual com 3 a 4 anos, com pelo menos 37cm de comprimento e um peso superior a 1.8kg. enquanto que os machos mais cedo (2.5 anos) e com menores dimensões (30cm e cerca de 700grs). Os reprodutores surgem frequentemente em águas costeiras de fundo rochoso, na foz dos rios ou estuários. Os robalos têm os sexos separados, ou seja, são animais dióicos, apesar de ser difícil distingui-los. Apenas a forma mais pontiaguda da cabeça, o abdómen distendido na altura da desova e poucas mais características podem permitir diferenciar as fêmeas dos machos. Cada fêmea matura pode produzir até meio milhão de ovos por kg de peso corporal, mas desova apenas uma vez por ano Esta ocorre na coluna de água, onde dois ou três machos seguem a fêmea libertando depois os gâmetas sobre os ovos. Os ovos são planctónicos porque contêm uma gotícula de gordura de baixa densidade. Ao fim de 4 a 9dias. eclode uma larva transparente de cada ovo. Durante os dois a três meses seguintes estas larvas derivam no mar até chegarem à costa. A partir dos 20mm de comprimento adquirem um comportamento demersal, deslocando-se mais junto do fundo. Atraídos pelas baixas salinidades e condições de temperatura mais favoráveis, os juvenis encontram-se em habitats mais abrigados do litoral como lagunas e estuários. Estes providenciam melhores condições de alimentação e albergam menor número de predadores. Os robalos são considerados adultos quando estão preparados para a sua primeira desova e iniciam a imigração entre a área de alimentação e a de reprodução. 0 robalo é um carnívoro activo e extremamente voraz. A captura das presas é facilitada pela formação de cardumes, os quais podem variar entre os 12 até várias centenas de indivíduos, de acordo com as condições do habitat. Estes peixes são considerados oportunistas; pois para além de aproveitarem qualquer alimento disponível, a actividade de captura dá-se tanto no substrato. procurando poliquetas, caranguejos ou bivalves entre as rochas e as algas, como peixes de menor tamanho na coluna de água. Nesta situação. o cardume conduz as presas pelágicas para cima, encurralando-as contra a superfície e ataca-as por baixo. Esta actividade pode tornar-se frenética, podendo observar-se indivíduos a saltarem fora de água na perseguição da presa. 0 tamanho das presas está relacionado com a capacidade da cavidade bucal do robalo: as larvas primeiro absorvem as suas reservas vitelínicas e. com 9 a 25.dias, começam a consumir pequenos animais do Zooplâncton: os juvenis alimentam-se sobretudo de larvas e juvenis de outros peixes, poliquetas e camarão: os robalos de tamanho intermédio consomem juvenis de peixe e caranguejo: os adultos preferem o caranguejo e pequenos pelágicos, como a sardinha. A reacção do robalo ao isco é variável: em princípio esperam-se fortes puxões da linha; mas por vezes o robalo morde o isco delicadamente e de forma pouco convincente, mesmo quando se trata de peixes de grandes dimensões. 0 robalo é um nadador exímio, característica necessária à actividade predadora e também para evitar os seus próprios predadores. A natação dá-se por 3 a 4 contracções fortes da barbatana caudal. que propulsiona o peixe para a frente, enquanto as outras barbatanas são mantidas junto ao corpo para diminuir o atrito. Provavelmente também para escapar de eventuais predadores, por vezes observam-se robalos a enterrarem parte do seu corpo em substratos moles. o peixe vira-se sobre o flanco. fazendo um ângulo de 15 a 30 graus com o fundo e fica enterrado durante 30 a 60 segundos. Os movimentos respiratórios continuam e a areia é expulsa quando o peixe abandona o sedimento. Ocasionalmente quando os robalos estão a descansar em cardume próximo do fundo ocorre outro comportamento curioso denominado

Rodovalho

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca:

 

O rodovalho apresenta uma carne branca finíssima com um sabor caracterísitico a mar.O rodovalho esconde-se nos fundos de areia para caçar. Scopthalmus maximum é o nome científico deste peixe que pode ter até 1 metro de comprido. Nas águas norueguesas atinge 40 a 50 cm. Este peixe quase redondo e chato, possui os dois olhos do lado esquerdo do corpo. Encontra-se desde as zonas de maré baixa até à profundidade de 80 metros. Passa grande parte do tempo escondido nos fundos arenosos ou de pedrinhas, sendo essa a sua camuflagem, uma vez que, em adulto, é um caçador activo. A sua carne é branca e gorda, sendo considerada por muitos como a carne suprema de peixe. Possui cerca de 1 grama de ómega-3 por cada 100 gramas de peixe, sendo rico em selénio.

Safio

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto e palangre

 

O safio é a versão jovem do congro, um peixe comum no Atlântico, que muitas vezes é alcunhado de

Salmão

Zona de Pesca: Aquacultura

Tipo de Pesca: Produção em aquacultura

 

O salmão selvagem nasce no rio, passa o Inverno no mar e volta na Primavera ao sítio onde nasceu para aí desovar, altura em que é capturado. Vindo das águas frias do Norte da Europa, o salmão começou a entrar nos timidamente nos hábitos alimentares dos Portugueses já há alguns anos. O salmão é um peixe que se distingue pela sua cor e pelo seu sabor peculiar. Pertence ao grupo dos peixes azuis, ou seja, é um peixe gordo. O seu teor de gordura é superior a 12 g por 100 g. Actualmente são sobejamente reconhecidos os benefícios dos peixes gordos sobre a saúde. A sua gordura, predominantemente do tipo polinsaturado, contém ácidos gordos essenciais ao nosso organismo só obtidos através da alimentação. Daí que a ingestão de salmão é certamente uma óptima forma do nosso organismo obter este tipo de ácidos gordos. Grávidas e lactantes, em particular, devem ingerir salmão com frequência, porque os ácidos gordos essenciEste peixe de tom laranja-rosado é também uma excelente fonte de fósforo e de selénio. Este último, segundo várias investigações actua como um antioxidante, protegendo as células das lesões que ocorrem diariamente no organismo. Actualmente podemos encontrar salmão à venda congelado, fresco ou fumado. Do ponto de vista nutricional, o congelado possui as mesmas virtudes do que o fresco. Quanto ao fumado, segundo os apreciadores, a variedade “selvagem” é o melhor, uma vez que é fumado em processo natural. Contrariamente o salmão fumado industrialmente é mais fibroso e menos saboroso. E agora, que já sabes um pouco mais sobre as virtudes nutricionais do salmão, não percas tempo e passa à prática.

Salmonete

Zona de Pesca: Atlantico Centro Este

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

Aquele peixe que não se farta de vasculhar a areia e que levanta uma névoa à sua volta é habitualmente o salmonete. Este escavador incansável acaba assim involuntariamente por alimentar diversos outros peixes oportunistas. Há duas espécies de salmonetes em Portugal, o Mullus surmuletus e M. barbatus. Neste artigo incidiremos especialmente sobre o primeiro. Este peixe da família Mullidae é facilmente identificado pelo seu par de barbilhos. Estes longos barbilhos (maiores que as barbatanas peitorais) têm funções tácteis e de determinação do sabor. O corpo é longitudinal, a cabeça é aplanada e tem grandes escamas. Tem habitualmente 20 a 25cm, mas pode atingir 40 cm aos 10 anos de idade (1 kg) e habita os fundos rochosos, arenosos e lodosos desde os 2 até aos 80 metros de profundidade. Estão presentes preferencialmente na interface entre a rocha e areia. Curiosamente, a coloração deste inofensivo peixe varia conforme a actividade. Durante o dia quando está inactivo ou durante a noite, a sua coloração passa dos tons laranja, amarelo e castanho para uma camuflagem pouco conspícua. O salmonete, com nome científico Mullus surmuletus, pode ser facilmente confundido com o seu primo chegado M. barbatus. A forma mais simples de os distinguir é através das faixas que os M. surmuletus possuem na barbatana dorsal. Outros peixes da família Triglidae, como o Trigloporus lastoviza e Trigla lucerna, também podem ser confundidos com o salmonete, dada a sua semelhança corporal. No entanto, a presença de extensas barbatanas peitorais e a ausência de barbilhos são características que facilmente ajudam a distinção. O salmonete distribui-se em volta do continente europeu desde o Canal da Mancha (embora ocasionalmente apareça no Mar do Norte) até ao Senegal. Está também presente no Mediterrâneo e Mar Negro e nos arquipélagos da Macaronésia (Açores, Madeira e Canárias). Em termos gerais distribui-se no Atlântico Este desde os 55ºN aos 14ºN. Reproduz-se entre Maio e Julho no Atlântico, incluindo Canal da Mancha e os Açores, e entre Março e Julho no Mediterrâneo. Estas diferenças parecem estar relacionadas com a diferença na temperatura das águas destas regiões. Os ovos são pelágicos (ou seja, encontram-se livres na coluna de água) e têm de 0.8 a 0.9mm. Os ovos eclodem 3 a 4 dias depois de ser libertados na coluna de água. Enquanto escavam o fundo à procura de alimento, os salmonetes acabam por levantar plumas de areia que atraem outros peixes que assim se aproveitam para predar pequenos invertebrados que são projectados na coluna de água. Entre estes oportunistas contam-se as rainhas (Thalassoma pavo), os peixes-rei (Coris julis), os peixes-balão (Sphoeroides marmoratus), os sargos (Diplodus spp.) e as solhas (Bothus podas). Voltando à alimentação: os salmonetes inserem a cabeça na areia, fazendo grandes buracos, e sugam alguma areia para a boca, depois filtram os animais que interessam para a sua alimentação e, finalmente, libertam a restante areia. O par de barbilhos também é utilizado para identificar as presas enterradas na areia. A alimentação consiste em organismos bênticos o que inclui pequenos crustáceos (como camarões e anfipodes), poliquetas, moluscos e peixes. Muitas vezes, estes animais são observados em paralelo filtrando áreas com alguma dimensão. Em todo o continente Europeu este peixe é muito apreciado pelo seu sabor. Tal como o sargo, o salmonete açoreano tem um sabor menos interessante. É um dos poucos peixes que podemos comer sem preocupações ambientais exacerbadas, visto que esta é uma das poucas espécies que não está em perigo. Apesar disso dada a facilidade de captura, a caça do salmonete não é muito interessante pelo que a sua captura não é considerado um troféu. Em alguns locais do globo este peixe é alvo de pesca desportiva à linha. A lei nacional indica como tamanho mínimo de captura os indivíduos com mais de 11 centímetros. Este valor é manifestamente insuficiente para proteger a primeira reprodução que acontece aos dois anos de idade (entre os 15,5 e 17 cm). O pescador consciente não deve capturar os animais com comprimentos inferiores a 18 cm. Neste caso, o regulamento de caça da Federação Portuguesa de Actividades Subaquáticas é adequado e precaucionário contabilizando apenas as presas com pesos superiores a 400g.

Sapateira

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Covos

 

Esta espécie encontra-se ao longo de toda a costa Portuguesa O macho atinge 35 cm e a fêmea 20 cm A sapateira vive ao longo da linha de costa geralmente até 60 metros de profundidade. A fêmea possui a valva posterior mais larga que o macho, enquanto este possui lobos muito baixos e largos. A desova dá-se geralmente no Outono a partir do segundo ano de maturidade. A fêmea carrega então as ovas por baixo da valva posterior até ao início do verão seguinte Óptima fonte de vitaminas B12 e E, possuindo uma boa quantidade de zinco Comercializamos Viva.

Sarda

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto e cerco

 

Altura do corpo menor que o comprimento da cabeça. Sem bexiga gasosa. Dorso azul escuro passando a verde escuro, com bandas transversais escuras; ventre prateado. Espécie pelágica ou demersal (atinge 250m de profundidade). Comercializada em fresco e em conservas.

Sardinha

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca: Arrasto e cerco

 

Origem da barbatana dorsal mais próxima da extremidade anterior do corpo do que da barbatana caudal. Cor azulada no dorso e prateada ventralmente. Espécie pelágica, que se encontra preferencialmente entre 25 e 30 m de profundidade durante o dia e entre 15 e 35 m durante a noite. Comercializada em fresco, congelado e em conservas.

Sargo

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Palangre e redes de emalhar

 

Os sargos são hermafroditas protândricos: alguns jovens machos mudam apara fêmeas quando atingem a idade adulta. Os sargos podem atingir 45 cm, sendo.Com três e sete anos têm cerca de 20 a 35 cm. Podem chegar aos 18 anos, atingindo então cerca de 45 cm. O seu corpo é comprimido lateralmente, com cabeça grande e boca extensível. São de cor prateada, com 7-8 bandas negras verticais e outra no pedúnculo caudal. Vive nos substratos rochosos e de areia perto de rochas, desde 1 m até 70 m. Os juvenis formam cardumes e vivem em águas pouco profundas, podendo entrar em estuários e lagunas; os adultos vivem a maiores profundidades e formam cardumes bastante compactos na época da reprodução. Reprodução: época de postura de Janeiro a Março.

Savel

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Redes de emalhar

 

SÁVEL, o peixe símbolo do rio Minho, pelo seu valor sócio-económico, a sua história, a etnografia e a gastronomia. Era a espécie básica, que tanto alimentava a comunidade piscatória como lhe servia de suporte económico. A rede utilizada na apanha do sável era o algerife e os pescadores distribuíam-se pelas conhecidas cobradas (onde se realiza, em frente a Gondarém, o tradicional Lanço da Cruz na Segunda-Feira de Páscoa), chegando mesmo cada cobrada a apanhar num dia milhares de sáveis. Uma pequena parte dos sáveis capturados era para os pescadores, cabendo à mulher a tarefa de o comercializar, indo rogá-lo de porta em porta, cortado às postas. Na maioria das vezes, os compradores preferiam as postas maiores, com mais

Solha

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca: Arrasto e redes de emalhar

 

Corpo achatado dorso-ventralmente, castanho ou acinzentado, com manchas arredondadas, vermelhas ou alaranjadas. Espécie que se encontra na plataforma continental até 100 m. Comercializada em fresco e em congelado.

Tamboril

Zona de Pesca: Atlantico Nordeste

Tipo de Pesca: Arrasto e redes de emalhar

 

Tamboril é o nome vulgar dos peixes lophiiformes pertencentes aos géneros Lophius e Lophioides. O tamboril é um peixe bentónico, que vive junto do fundo, que pode ser encontrado desde a zona de maré até aos 600 metros de profundidade. O tamboril é caracterizado pela cabeça desproporcionalmente grande, com boca semi-circular munida de dentes ponteagudos. Enquanto adulto, o tamboril pode medir até 170 cm de comprimento. Como todos os outros peixes lophiiformes, o tamboril apresenta uma barbatana dorsal característica, onde o raio anterior está isolado e modificado para a função de cana de pesca. O raio apresenta uma excrecência carnosa na ponta (a isca) que atrai as presas para a boca do animal. As presas preferenciais são outros peixes, mas já foram registados casos onde se descobriu aves marinhas no estômago de tamboris. A camuflagem eficiente do tamboril contra o fundo do mar é essencial para o sucesso deste tipo de caça. A maturação sexual ocorre relativamente tarde. Após a fecundação, a fémea liberta cerca de 5 milhões de ovos, agregados em fitas gelatinosas flutuantes. As larvas eclodem após cerca de 20 dias e passam a fazer parte do zooplancton. Cerca de quatro meses depois assentam no fundo e desenvolvem os juvenis. O tamboril, em particular as espécies Lophius piscatorius e Lophius budegassa, é um dos peixes tradicionais da Gastronomia Portuguesa.

Truta

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca: Produção em aquacultura

 

A Truta é um peixe de formato alongado, pertencente à mesma família do salmão (Salmonidae). Pode ter até cerca de 60cm de comprimento total e pesar até 2kg. O dorso tem cor que varia do esverdeado ao castanho, sendo as laterais acinzentadas e a parte inferior esbranquiçada. Tem pintas escuras nas nadadeiras e no corpo. É originária do hemisfério norte: Estados Unidos e Canadá, tendo sido, no entanto, introduzida em todos os continentes. No Brasil, sua introdução ocorreu principalmente nos rios dos planaltos das regiões Sudeste e Sul. Uma característica que faz com que a Truta não seja mais desseminada é o fato de que se as águas de seu habitat não forem cristalinas, frescas, puras e bem oxigenadas ela não sobrevive. Estas características são encontradas principalmente em rios de montanhas. É uma espécie carnívora, alimentando-se de insetos e outros peixes. A criação de Trutas começou no Brasil em 1949. Os primeiros ovos consta terem sido importados da Dinamarca. Bem adaptada às frias corredeiras, rios e riachos de regiões montanhosas como as da Serra da Mantiqueira (estados de Minas Gerais, São Paulo e sul do Rio de Janeiro) e nas serras do leste dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nestas regiões foram montadas muitas truticulturas, sendo a espécie mais comum a truta arco-irís (Oncorhynchus mykiss). Na opinião dos truticultores poderia ser dito que a primeira necessidade para uma criação eficiente de trutas é o aporte abundante de água de boa qualidade, que significa um fluxo em torno de 1000m³/dia, pH neutro ou ligeiramente alcalino, mais de 20mg de oxigênio por litro de água, uma temperatura inferior a 15°C e a ausência de cloro e nitratos na água, entre outros contaminantes.

Vieiras

Zona de Pesca:

Tipo de Pesca:

 

As vieiras são moluscos bivalves da família Pectinidae de águas salgadas que estão em extinção em costas brasileira, mas ainda abundante na América do Norte. É bastante apreciado como alimento nos Estados Unidos, onde é conhecido como Scallop.

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